junho 03, 2017

Distância é relativa

Reviver uma lembrança é envergar o tempo passado, até que se unam as pontas com o presente. A dor da saudade então é apaziguada. Tocamos novamente a pele morna da ternura e nos sentimos abraçados.
O nosso universos pessoal desse instante é feito de tenros sentimentos. Somos acolhidos pela sensação de preenchimento do coração.
Acreditar desta forma, que mais uma vez possamos nos juntar àqueles que nos fazem tanta falta, acalma-nos.
Confiando na possibilidade, mesmo que não saibamos ao certo como fazê-lo, já nos conforta parcialmente.
Se pensarmos que a distância é relativa, que mundos diferentes podem se tocar, aumenta nossa confiança espiritual e confirmamos a nossa eterna proximidade, pois passamos a enxergar com os olhos da nossa sábia alma. 

do livro em andamento Encantamentos místicos